
Eu juro que dessa vez é verdade!!!
20 Dezembro, 2007Aproveitando o chavão “Ano Novo vida nova”, estou mudando um pouco a linha do blog. Confesso que tenho me podado um pouco na hora de escrever, principalmente pensando nos meus queridos amigos. Contudo para 2008 estou pensando em escrever textos menos evasivos e contar um pouco mais das maluquices da vida cotidiana dos outros, claro. Ta, e da minha também, afinal ninguém lê mesmo.
Resolvi dar vazão ao meu lado “escritora de araque” e voltar a escrever “O Menino da Casa dos Peixinhos” e “As Ruínas de Algrad” que já estão em ruínas há muito tempo. Claro, agora com publicação semanal. Ai, tá bom! Num vou mentir mensal que eu tenho preguiça. Em breve claro os links estarão disponíveis.
Mas por enquanto eu posso relembrar os meus leitores mais antigos das confusões e confissões do Reveillon no ano passado com esta republicação. Enjoy Babies!
Ninguém ira esquecer a noite que Dados e Dedos foram os assuntos principais da conversa. Calma, eu explico. Bruno, como sempre ele, quase perde o dedo nos corais enquanto jogávamos vôlei na água. Ele não ia perder o dedo de fato, estou apenas relatando utilizando a escala de percepção da realidade usada por Bruno. Mas foi um corte feiosinho mesmo. À noite, brincamos com os dados sensuais de Marquito. CALMA, eu disse “DADOS”! Ate mesmo porque esta pratica já tinha sua representante oficial no grupo! A Dália Negra manteve a tradição do jogo da verdade com perguntas e revelações mais que comproMETEDORAS (risos). E à meia noite do dia 31/1° um banho de mar a luz da lua e dos fogos do ano novo no bom estilo Cicarele de ser (pensou bobagem, hein?).
No dia seguinte, Marcos, Bruno e eu fomos abandonamos em Berlinque, já que todos foram embora no dia primeiro. Com dinheiro apenas para voltar para casa no dia seguinte e uma garrafa de Bacardi que juramos esvaziar, firmamos nossa presença no camping com mais um banho a luz azul da lua quase cheia e olhares de cobiça de um voyeur adolescente. Como não bastou todas as peripécias realizadas durante os dias anteriores, nossa ultima noite acampando nos proporcionou mais uma historia para contar a nossos netos.
Queríamos ficar doidões, no mais lícito sentido da palavra. Contudo a única droga que conseguimos para aquela noite foi o achocolatado que compramos para o café, o Red Bull e o Bacardi solitário… Quando o complemento acabou (Red Bull e achocolatado), o Bacardi teve que descer seco e puro (irk!). Não tardou para subir um fogo estranho em BC, em poucos minutos ele estava fora das nossas vistas. Cabia a Marcos e eu a nobre missão de acabar com o Bacardi. Já estávamos em estado alterado de consciência observando as fadas e duendes que habitavam o local, quando notamos a ausência de Bruno, isso não foi assim, digamos, de imediato. Resumindo muito a história, saímos trebados por Berlinque procurando um anti térmico para um Bc ardendo, só que de febre. Pense em duas pessoas anti-chicleteiras que saíram dançando e cantando atrás de uma Pick-up cheia de gente tocando “Chiiiiii- Cleee-TÊ!”. Nunca mais eu tomo Bacardi… Pensando bem deixa o Bacardi, nunca mais eu volto em Berlinque! No fim compramos o remédio de Bruno no açougue. Era um açougue mesmo! Não foi uma alucinação coletiva as carnes perduradas sobre nossas cabeças. A moça perguntou se o remédio era pra criança respondemos juntos “Quase!”, e só para constar eram 2h30min da manhã.
Se você pensa que acabou ainda tem a volta. 12 horas de espera na fila, sem dinheiro, sem comida, catando moedas nos bolsos e nas mochilas pra comprar um pãozinho com queijo! Foi triste… Ainda 40 minutos de ferry boat ouvindo pagode (eu devia estar muito cansada, pois tava achando até divertido), um dia de trabalho perdido com direito a desconto em folha de quase 60 reais e três advertências por falha injustificada e não podemos esquecer falta de comprometimento com a empresa.
Eu nunca mais faço isso na minha vida… Agora eu compro hora marcada!
pkHAUHAUHAUHAUHAUHAHAUHAUHAUHAU
Mto bom Tellus!
mto bom!